Um bebé angolano precisa, urgentemente, de ajuda para lutar contra um cancro na língua. a operação, segundo médicos, só pode ser realizada fora do país
Um bebé angolano precisa, urgentemente, de ajuda para lutar contra um cancro na língua. a operação, segundo médicos, só pode ser realizada fora do paísOcancro criou-lhe um grande tumor que a impede de comer normalmente, e que lhe causa muitas dores. a mãe de Jussara Jesus explica que a menina chora, constantemente, por causa do sofrimento que a doença lhe inflige. Diz que a filha poderá não sobreviver nas próximas semanas se não houver intervenção médica.
a progenitora, citada pelo jornal angonoticias, informa que já se dirigiu várias vezes ao Hospital Pediátrico de Luanda, sem sucesso, pois os médicos alegam que a operação só poderá ser feita, depois dos dois anos e fora do país. Mimosa da Silva recorreu ainda ao Centro de Oncologia, onde uma médica a informou que qualquer operação para a bebé, só tem de ser feita fora do país. Queixa-se que as três injecções dadas à sua filha para combater o crescimento do tumor, não surtiram efeito.
angola temapostado na cooperação com outros países,de formaareforçar o seu serviço de saúde. Em 2006, segundo a mesma fonte, a Ordem dos Médicos de angola só tinha 1700 profissionais inscritos, em todo o país. O bastonário João Bastos considerou o número claramente insuficiente para atender as necessidades da população. afirmava, então, que seriam precisos muitos mais médicos, nomeadamente nas províncias. O número teria de ser multiplicado por cinco para que, passados 20 anos,se pudesse atenuar a falta gritante de médicos, explicava o bastonário da Ordem dos Médicos de angola.