Os confrontos de regresso ferem ainda 400 pessoas. Conselho de Segurança exigiu a grupos extremistas somalianos que coloquem fim à ofensiva contra o Governo
Os confrontos de regresso ferem ainda 400 pessoas. Conselho de Segurança exigiu a grupos extremistas somalianos que coloquem fim à ofensiva contra o Governo
O alto Comissariado da ONU para os Refugiados (aCNUR) manifestou esta sexta-feira a preocupação com alguns dos mais ferozes confrontos armados que a Somália sofreu este ano e que terão feito pelo menos 135 mortos e mais de 400 feridos.
Também o Conselho de Segurança exigiu, também esta sexta-feira, que grupos extremistas somalianos coloquem imediatamente um fim à ofensiva contra o Governo Federal de Transição, em Mogadíscio, manifestando preocupação com o crescente número de mortes e o agravamento da situação humanitária na capital.
Numa declaração lida pelo embaixador russo Vitaly Churkin, país que detém a presidência rotativa do Conselho, os 15 Estados-Membros do organismo condenaram a mais recente onda de violência liderada por al-Shabaab e outros grupos, no que constitui uma tentativa para remover pela força o governo legítimo.