Miúdos tomaram em mãos programas de sensibilização para a doença. Kiemde é um deles. Tem 12 anos e viu o pai morrer. agora ajuda outros
Miúdos tomaram em mãos programas de sensibilização para a doença. Kiemde é um deles. Tem 12 anos e viu o pai morrer. agora ajuda outrosKiemde, 12 anos, perdeu o pai há dois anos. Tinha sida. Hoje o pequeno rapaz tem um clube, onde ele próprio organiza actividades sobre a doença. O exemplo de Kiemde é o de milhares de crianças que, no Burkina Faso, tomaram em mãos parte da educação dos seus amigos e colegas.
O clube de Kiemde realiza actividades aos fins-de-semana em Bissighin, nos arredores de Ouagadougou, a capital do país, e tem cerca de 25 membros. À semelhança deste pequeno clube, as discussões em clubes sucedem-se. Estas organizações organizam actividades no âmbito da educação e do desporto para fazer passar a mensagem. Outras actividades são realizadas para consciencializar sobre como evitar a doença.
Estes programas promovem a consciência entre os jovens do país sobre o flagelo do VIH/sida e são realizados no âmbito de um projecto apoiado pela UNICEF, agência das Nações Unidas para a Infância. a Rede africana de Juventude contra a Sida ajuda à concretização das ideias e dos debates, que se baseiam nos conhecimentos das crianças e jovens, mas também nos seus equívocos – frequentemente ouvidos na rua – sobre o HIV. adolescentes e crianças são escolhidos como educadores para esclarecer a veracidade das informações.
Kiemde nos seus 12 anos é um deles. acredito que os jovens devem ser suficientemente informados sobre o VIH/sida para melhor saberem como evitá-la, afirma, acrescentando que, às vezes, é difícil convencer as crianças a participarem nas actividades do clube.

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