O século XXI tem de ser o século africano, defende o secretário-geral das Nações Unidas. Para tal, é preciso unir vontades
O século XXI tem de ser o século africano, defende o secretário-geral das Nações Unidas. Para tal, é preciso unir vontadesacelerar esforços. É esta a ideia defendida por Ban Ki-moon esta terça-feira para que o continente africano alcance as metas de desenvolvimento internacional definidas para 2015, para dar assim a um século que se quer de florescimento na região.
assinalando o cinquentenário da Comissão Económica das Nações Unidas para África (CEa), o secretário-geral da ONU dirigiu-se aos políticos presentes na primeira reunião conjunta de ministros das Finanças da União africana (Ua) e da CEa, em addis abeba, Etiópia, afirmando que estes escolheram o tema para os novos desafios no século XXI de África.
Juntos, acelerando os esforços para atingir os Objectivos do Desenvolvimento do Milénio, em todo o continente, nós podemos e devemos fazer do século XXI o século africano, disse, referindo-se às metas acordadas internacionalmente para reduzir drasticamente a pobreza e outros males globais até o ano de 2015.

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