O governo tailandês solicitou, em Janeiro passado, às autoridades sul-coreanas para a aliviarem do “peso” de tantos refugiados norte-coreanos. a Tailândia é um dos países acolhedores
O governo tailandês solicitou, em Janeiro passado, às autoridades sul-coreanas para a aliviarem do “peso” de tantos refugiados norte-coreanos. a Tailândia é um dos países acolhedoresSão cerca de 800 os refugiados norte-coreanos na Tailândia em busca de uma vida melhor. O seu destino final é a Coreia do Sul, onde esperam chegar o mais rápido possível. Segundo as autoridades sul-coreanas, não é possível transportar mais de 50 de cada vez, por razões de segurança. O centro que os acolhe tem uma capacidade muito limitada. as autoridades sul-coreanas têm estado a efectuar o seu transporte uma vez por semana, pelo que o número desceu para 300.
Os refugiados norte-coreanos na Tailândia estão instalados num centro de imigração ou em várias estações da polícia e em casas particulares. Para além da Tailândia, os refugiados procuram abrigo noutros países do Sudoeste asiático, principalmente no Camboja e no Laos. Quase todos escaparam da Coreia do Norte através da China. O tempo de permanência em território chinês é muito breve, porque as autoridades chinesas repatriam imediatamente os que são apanhados.
Na Coreia do Sul os refugiados são acolhidos em Hanawon e rondam actualmente os 660. após um curso de integração de três meses, é-lhes dada uma casa, ajuda financeira e um emprego. Devido à descriminação de que são vítimas, alguns não lhes resta senão fugir de novo. Porém a maior parte consegue adaptar-se e inserir-se no mundo coreano, completamente diferente daquele que deixaram para trás.

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