O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa considera que as iniciativas do Bloco de Esquerda e do Partido Socialista, em matéria de divórcio, são de “facilitismo”
O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa considera que as iniciativas do Bloco de Esquerda e do Partido Socialista, em matéria de divórcio, são de “facilitismo” Não se pode considerar o facilitismo seja algo construtor de uma sociedade melhor , defendeu Carlos azevedo. Bloco de Esquerda e Partido Socialista preparam-se para apresentar um projecto-lei que liberaliza o divórcio litigioso. assim, passa para um ano (ou menos) o período de separação de facto para um divórcio ser decretado, mesmo quando um dos cônjuges não o autoriza.
O facilitismo não ajuda as pessoas. E a lei tem uma função pedagógica nisso, ajuda as pessoas a pensarem bem antes de darem o primeiro passo , sublinha o também bispo auxiliar de Lisboa.
O matrimónio é uma instituição da sociedade , já existia antes da Igreja . E, defende o prelado, o Estado tem obrigações para com essa instituição . Isto é, deve defender a união entre as pessoas .
O serviço da fidelidade tem uma dimensão social – por exemplo, na educação das crianças – e nisso o Estado é responsável , refere ainda o DN, na edição de hoje. Não podemos armar o desejo em lei .

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