O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) expressou a “profunda preocupação com a suspeição do tráfico de menores aliciadas com a promessa de estudar e trabalhar como cabeleireiras”
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) expressou a “profunda preocupação com a suspeição do tráfico de menores aliciadas com a promessa de estudar e trabalhar como cabeleireiras”Este episódio chama a nossa atenção para o sério problema do tráfico de crianças e sobre a necessidade urgente da adopção de instrumentos legais que reforcem a protecção de crianças contra o abuso e exploração, afirmou Leila Pakkala, representante da UNICEF – agência das Nações Unidas para a infância – em Moçambique, citada pela Lusa.
O episódio a que se refere é o caso de duas jovens, de 16 e 20 anos, alegadas vítimas de exploração sexual. ao canal público Televisão de Moçambique (TVM) contaram que viveram em cativeiro e como escravas sexuais numa casa na África do Sul, chegando a ser abusadas por cerca de 10 homens por dia.
a situação havia de ser denunciada por um advogado moçambicano a trabalhar naquele país que, ouviu falar da casa onde era possível encontrar catorzinhas, o nome pelo qual são conhecidas em Moçambique as menores que se prostituem.
a cidade de Maputo é o principal destino das crianças traficadas internamente, enquanto que a África do Sul é o principal destino das crianças traficadas para fora de Moçambique e de outros países vizinhos, refere a UNICEF, que lamenta ainda a circunstância de muitas crianças que são vítimas do tráfico terem idades entre os 13 e os 18 anos.

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