é necessário que se recupere “o verdadeiro sentido da vida”, dado que será dessa forma que “se resgata a morte e se lhe restitui o sentido de passagem para a vida definitiva”, afirmou o cardeal patriarca
é necessário que se recupere “o verdadeiro sentido da vida”, dado que será dessa forma que “se resgata a morte e se lhe restitui o sentido de passagem para a vida definitiva”, afirmou o cardeal patriarcaJosé Policarpo salientou que o aspecto mais grave da alteração verificada no sentido da vida e da morte é o deixar de se acreditar na vida depois da morte. Hoje – sublinhou – são muitos, homens e mulheres que vivem como se a vida acabasse na morte, o que altera profundamente o sentido da vida, a maneira como se vive.
aos cristãos presentes assinalou que este processo de vitória sobre a morte, começa na participação na vida do Ressuscitado e terá a sua plenitude na nossa própria ressurreição, também ela um dogma da nossa fé. Por isso, quando chegar a hora da nossa morte física, já estamos habituados a morrer, porque nos foi comunicado o dom da vida definitiva, pela participação na ressurreição de Cristo, referiu.
O patriarca alertou ainda: os avanços positivos da ciência, os progressos da civilização que ensinaram o homem a fruir da beleza da criação, conviveram com egoísmos ferozes, que continuam a pôr em risco a própria harmonia do universo. Já a fé, baseada na Palavra revelada, acredita que o dinamismo que originou e presidiu a essa maravilhosa harmonia do universo, é a sabedoria criadora de Deus.

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