Momentos de reflexão e oração dominaram o dia de hoje em que o jejum não quebrou a boa disposição e alegria dos jovens nas tarefas e ensaio de cânticos
Momentos de reflexão e oração dominaram o dia de hoje em que o jejum não quebrou a boa disposição e alegria dos jovens nas tarefas e ensaio de cânticosSexta-feira santa: dia 2 da Páscoa Jovem Missionária. Dia de jejum, de deserto, do silêncio e do encontro consigo próprio.
No único dia em que não há celebração eucarística, os jovens foram convidados a olhar para o madeiro da cruz. Sentimo-nos salvos por esta cruz? Questionava o padre Luís Maurício.
Isto não é uma fotografia velha que nós olhamos. Jesus Cristo morreu na cruz. Por amor ressuscitou e decidiu ficar até ao fim, sublinhou o missionário da Consolata.
Quando não perdoo, não estou a amar, a cultivar a tendência para o ódio. Quando sou indiferente, estou a alimentar a cultura da morte, disse aos 20 pascoalinos. E que cruzes são as de hoje em dia? São as coisas que não nos ajudam a crescer porque são limitações ou fraquezas.
Luís Maurício pediu a Deus que nos ensine a aceitar as cruzes. Também com o sofrimento é possível crescer, levantar-se, recomeçar e continuar a caminhar, sublinhou.

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