a tradição é já muito antiga, tem passado de geração em geração
a tradição é já muito antiga, tem passado de geração em geraçãoDe avó para mãe, neta e agora de mãe para filha pequena que, também já enfeitou um pouco. Sete capelas e duas igrejas do Sardoal estão neste Tríduo pascal transformadas em palcos de iningualável beleza.
O chão de cada templo tem um tapete de pétalas de flores num bonito e harmonioso conjunto, obedecendo a motivos da época: cálice, cruz, por exemplo. Às flores naturais juntam-se também carrascas ou pedra de forma a embelezar o chão. Todos quiseram entrar nas capelas e igrejas e apreciar o trabalho de horas e horas levado a cabo, em alguns casos, por moradores. São muitos os que participam na habitual procissão dos Fogaréus que sai da Igreja da Misericórdia e ali regressa. De vela a iluminar (a luz foi cortada) ou os archotes, os fiéis acompanham o cortejo.
Igualmente os membros da confraria da Vera Cruz hasteando ricos painéis da Paixão de Cristo e grandes archotes, a que chamam pela sua antiguidade fogaréus. a Filarmónica União Sardoalense entoa marchas fúnebres e realça o doloroso sentimento da Paixão de Cristo. No Convento de Nossa Senhora da Caridade o sacerdote sobiu ao púlpito para fazer o sermão do Mandato, isto é, sobre o mandamento do amor.

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