O cardeal patriarca de Lisboa alertou para o perigo do “demasiado optimismo humano” como se o crescimento do Reino de Deus dependesse, sobretudo, da nossa acção humana”
O cardeal patriarca de Lisboa alertou para o perigo do “demasiado optimismo humano” como se o crescimento do Reino de Deus dependesse, sobretudo, da nossa acção humana”Na missa crismal, celebrada da Sé catedral de Lisboa, José Policarpo defendeu que um dos mais graves erros da cultura contemporânea, marcada por uma visão do homem considerado auto-suficiente na sua auto-realização. Ou seja, esta visão minimiza ou mesmo nega a necessidade que o homem tem da força de Deus para se realizar a si mesmo, na ilusão de que o futuro do homem está, exclusivamente, nas suas mãos, fruto do seu poder e engenho.
aos fiéis, lembrou que a nossa acção humana deve ser entendida como caminho da acção do Espírito de Deus. a eucaristia é a expressão decisiva do Povo Sacerdotal: nela, a Igreja une-se ao seu Senhor, descobre-O sempre de novo como seu Pastor e Redentor. Porque oferece o mesmo sacrifício, identifica-se com Ele, torna-se o Seu corpo, sublinhou o prelado.
O patriarca de Lisboa assinalou ainda que, na diocese, há um longo caminho a realizar, de catequese, de esclarecimento dos fiéis, mas com a firmeza da verdade e orientados pelo Magistério da Igreja, expresso quer nos preceitos canónicos, quer nas orientações litúrgicas.

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