“Jesus Cristo é ou não decisivo para a resolução definitiva da nossa vida, da vida dos homens de todos os tempos?”
“Jesus Cristo é ou não decisivo para a resolução definitiva da nossa vida, da vida dos homens de todos os tempos?” a Páscoa encerra a nossa verdade mais profunda, de quem somos, o que é a nossa vida, de que é que precisamos para ser libertos, qual é o sentido radical da nossa existência, afirmou o cardeal patriarca de Lisboa, na homilia da missa de domingo de Ramos.
a partir do Evangelho, José Policarpo defendeu que esta liturgia do domingo da Paixão, nos interpela a tomar uma posição clara e actual, neste momento da nossa vida, sobre a questão: quem é para mim Jesus Cristo? Essa resposta acompanhará e influenciará o modo como vamos percorrer com o Senhor, em Igreja, a memória da Paixão e da Ressurreição.
a resposta a esta questão implica tomar consciência de que o Salvador prometido é Jesus Cristo, morto e ressuscitado; que a Sua realeza é o triunfo do amor de Deus e da Sua vontade; que a Sua glória é a comunhão trinitária que quer partilhar connosco; que o Seu nome é ‘Senhor’, salientou o patriarca.
Que o único triunfo que com Ele queremos partilhar é o triunfo sobre o pecado, em todas as suas expressões; é o triunfo da vida e do amor, expressou em jeito de apelo aos fiéis.

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