assassinato foi “particularmente repugnante”, ao ser cometido “contra um homem que tem dedicado a sua vida inteira à prossecução da paz”
assassinato foi “particularmente repugnante”, ao ser cometido “contra um homem que tem dedicado a sua vida inteira à prossecução da paz”O alto representante das Nações Unidas no Iraque condenou veementemente esta quinta-feira o assassinato de monsenhor Paul Faraj Rahu, arcebispo da Igreja Caldeia de Mossul, que tinha sido raptado no final de Fevereiro.
Staffan de Mistura, o representante especial do secretário-geral e chefe da Missão de assistência da ONU no Iraque (UNaMI), descreveu o assassinato como particularmente repugnante, cometido a sangue frio contra um homem que tem dedicado a sua vida inteira à prossecução da paz, da não-violência e da reconciliação entre as diferentes religiões e grupos.
Numa declaração divulgada pelo seu gabinete, Mistura exortou as autoridades iraquianas a fazerem tudo o que estiver ao seu alcance para garantir a protecção das minorias religiosas e dos direitos humanos. O representante sublinhou que a protecção das minorias nacionais está consagrada na Constituição.
O arcebispo Rahu tinha sido raptado em Mossul, em 29 de Fevereiro, após ter terminado uma celebração na sua igreja, quando um ataque levou à morte do seu motorista e de dois dos seus guarda-costas. Levado pelos raptores, o corpo foi agora encontrado enterrado.

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