O bispo da diocese de Leiria-Fátima exortou os fiéis a não olharem a comunidade como “um supermercado religioso ou estação de serviços religiosos onde se vai quando se precisa”
O bispo da diocese de Leiria-Fátima exortou os fiéis a não olharem a comunidade como “um supermercado religioso ou estação de serviços religiosos onde se vai quando se precisa”Na 77a peregrinação, antónio Marto evocou o episódio da ressureição de Lázaro, na Casa de Betânea para pedir aos diocesanos que se empenhem no serviço aos outros. Como sonho, minha querida Igreja de Leiria-Fátima, ver comunidades cristãs onde se exprime este afecto, esta compaixão, esta capacidade de partilhar as tristezas e as alegrias da vida, frisou.
Há – salientou – gente que não quer mover as pedras (à semelhança da que vedava o túmulo de Lázaro)e por isso as comunidades estão mortas espiritualmente. ao grito para a vida, é preciso que o crente saia para fora do sepulcro do egoísmo, desânimo, desencorajemento, inércia.
O bispo diocesano considera que a crise das famílias, da educação, a crise social em que vivemos é a falta de confiança na bondade, na beleza, na vida. a nós cabe remover a pedra dos medos, culpabilidades, feridas não cicatrizadas, falsas aparências e seguranças e abrir-nos ao poder vivificante da Palavra e da graça de Cristo. ao apelo que Nossa Senhora que seja guia dos passos, os fiéis responderam, no final da homilia, com uma salva de palmas.

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