a discussão sobre os efeitos negativos das alterações climáticas deve centrar-se nas pessoas e não apenas na previsí­vel extinção de algumas espécies animais
a discussão sobre os efeitos negativos das alterações climáticas deve centrar-se nas pessoas e não apenas na previsí­vel extinção de algumas espécies animaisNuma conferência que decorre em Lisboa, a especialista da Organização Mundial de Saúde (OMS), Bettina Menne defendeu que é preciso mudar esta mentalidade. Isto é, a face das alterações climáticas terá de deixar de ser apenas o urso polar.
Os impactos das alterações do clima na saúde já se estão a sentir a vários níveis, assinalou a especialista. Há mais mortes durante fenómenos extremos, como ondas de calor ou cheias, cada vez mais graves e mais frequentes.
Bettina Menne mostrou mesmo uma fotografia de uma criança africana no deserto como um exemplo do novo rosto do sobreaquecimento global. Também o aumento de casos de malária, dengue, diarreias, doenças cardio-respiratórias e alérgicas e a má nutrição são exemplos de problemas de saúde que tendem a agravar-se, sobretudo em África e na Ásia Central.
Cada um é responsável por uma atitude mais ambiental e de defesa do clima. a deslocação a pé, em bicicleta, em transportes públicos ou a partilha de automóvel, o controlo da velocidade na estrada e usar de forma comedida os sistemas de aquecimento são algumas das medidas que todos devem adoptar. as alterações climáticas são o tema deste ano do Dia Mundial da Saúde, assinalado a 7 de abril.

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