O presidente do Pontifício Conselho da Justiça e da Paz critica empresas farmacêuticas, “pouco propensas” a preocupar-se com “doenças que atingem os pobres, por não oferecerem nenhum retorno económico”
O presidente do Pontifício Conselho da Justiça e da Paz critica empresas farmacêuticas, “pouco propensas” a preocupar-se com “doenças que atingem os pobres, por não oferecerem nenhum retorno económico”Na inauguração de um novo instituto de pesquisa dedicado à criação de vacinas contra doenças típicas de países em desenvolvimento, o cardeal Renato Martino salientou que ”a Igreja sempre fez, faz e fará pressão sobre governos locais e organismos internacionais, como as Nações Unidas e Organização Mundial da Saúde, para que cada um faça o próprio dever na tentativa de debelar as doenças esquecidas .
O presidente do Pontifício Conselho da Justiça e da Paz defendeu que para o desenvolvimento de um país, dois elementos são fundamentais: a saúde e a instrução . Devemos dar a possibilidade inclusive às nações pobres de se tornarem protagonistas do próprio desenvolvimento. Eis o desafio da Igreja, não somente diplomático, mas também concreto , afirmou.

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