O modelo habitacional seguido em muitos bairros sociais levou à “violência e insegurança que ali se registam e têm subjacente a proliferação das armas ligeiras”
O modelo habitacional seguido em muitos bairros sociais levou à “violência e insegurança que ali se registam e têm subjacente a proliferação das armas ligeiras”Discutir a habitação com a violência e insegurança é a proposta da Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP), num seminário que é organizado com Centro de Estudos Territoriais do ISCTE, na manhã do próximo dia 25, por antecipação à audição Dois anos depois: onde estão as armas?, já noticiada por Fátima Missionária.
Este debate, que será fechado, propõe-se reunir um conjunto de peritos e interventores nos domínios do urbanismo, arquitectura, sociologia, segurança e acção social que procurarão definir a actual situação do esforço de alojamento das populações oriundas dos bairros clandestinos.
a escolha do tema não é inocente. a partir de um documento de reflexão, refere-se que as principais limitações do modelo de alojamento até agora seguido, com especial destaque para as soluções concretizadas nas áreas das grandes cidades do país terá implicações para a violência e insegurança que ali se registam e têm subjacente a proliferação das armas ligeiras.
Coordenado pela professora Isabel Guerra, do Centro de Estudos Territoriais do ISCTE, contará com a intervenção de vários peritos das mais diversas áreas.

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