Um “novo feminismo” foi defendido pelo presidente do Conselho Pontifício para os Leigos no congresso “Mulher e homem, o humanum na sua inteireza”, que decorre em Roma
Um “novo feminismo” foi defendido pelo presidente do Conselho Pontifício para os Leigos no congresso “Mulher e homem, o humanum na sua inteireza”, que decorre em RomaStanislaw Rylko pediu que os leigos católicos empenhados na política promovam leis justas, que respeitem a dignidade e a vocação da mulher, em plena coerência com o magistério eclesial, adianta a Ecclesia. O cardeal considera ser necessário denunciar com grande força qualquer abuso, injustiça e marginalização das mulheres, em diversos contextos sociais e culturais.
Nos trabalhos que assinalam o 20º aniversário da Carta apostólica Mulieris Dignitatem de João Paulo II, o purpurado defendeu a urgência da promoção de um novo feminismo que reconheça o génio feminino e trabalhe pela superação da discriminação, já que todos os dias se assiste a uma rápida e profunda transformação dos modelos da identidade feminina e masculina, e da relação entre sexos .
Participam nos trabalhos do congresso que termina amanhã, dia em que serão recebidos pelo Papa, 60 participantes, de 46 países, 40 conferências episcopais e 16 associações femininas católicas. a participação porrtuguesa é assegurada por Maria Teresa Ribeiro, docente da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, em representação da Conferência Episcopal Portuguesa.

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