Depois de fugirem aos combates no seu país, 50 mil pessoas voltam a temer pela sua situação com os confrontos entre Governo e rebeldes
Depois de fugirem aos combates no seu país, 50 mil pessoas voltam a temer pela sua situação com os confrontos entre Governo e rebeldesUm dos representantes máximos das Nações Unidas expressou a sua preocupação humanitária com cerca de 50 mil refugiados centro-africanos, que vivem no Chade, e que serão forçados a partir de novo por causa da violência generalizada que estalou nesta nação empobrecida.
Pelo menos seis mil pessoas que fugiram da República Centro-africana para o Sul do Chade, nos últimos dois meses, escaparam a violentos confrontos entre forças do Governo e grupos armados da oposição e a ataques brutais de bandidos no Norte do seu país.
São pessoas que perderam tudo, afirmou John Holmes, o subsecretário-geral para os assuntos Humanitários e coordenador da ajuda de Emergência. Mas a actual crise no Chade significa que estão em risco de serem deslocadas e desenraizadas novamente, lamentou.
Os combates entre as forças governamentais e grupos rebeldes no Chade têm mergulhado o país no caos, desde a semana passada, num movimento que já atingiu a capital, N’Djamena, e forçando uns 30 mil civis a fugir para os Camarões.

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