“Temos de ter a capacidade de, à moda de Jeremias, mesmo quando nada está bem, ver a esperança”, salientou Tony Neves. aliás, “nós religiosos, somos chamados a ser profetas da graça e da esperança”
“Temos de ter a capacidade de, à moda de Jeremias, mesmo quando nada está bem, ver a esperança”, salientou Tony Neves. aliás, “nós religiosos, somos chamados a ser profetas da graça e da esperança” a mensagem do Evangelho não é só informativa mas formativa, assinalou o missionário espiritano. Tony Neves sublinhou aos participantes da Semana de estudos sobre a vida consagrada que a mensagem do Evangelho deve ser transformadora.
Fazemos do Evangelho coisas muito bonitas, beatas mas depois não muda nada. Tem de transformar, frisou aos religiosos e religiosas.
Utilizando exemplos de três documentos, ad gentes, Redemptoris missio e as encíclicas de Bento XVI sobre a esperança e a caridade, o espiritano pretendeu fazer a ponte entre a eucaristia e a missão.
Lembrou os objectivos do Milénio, apontando que, por exemplo, em relação à redução da pobreza para metade, até 2015, isso não aconteceu. Já passou metade do tempo e a pobreza não diminuiu, está a aumentar. O que faz correr o mundo não é a solidariedade, a justiça, a fraternidade, não é a vontade de ver os direitos humanos respeitados, mas a ganância.
Numa conferência que teve três momentos multimédia, Tony Neves exortou os religiosos a fazer algo por um mundo melhor. Os trabalhos da Semana de estudos sobre a vida consagrada terminam esta tarde. Participam neles um milhar de pessoas.

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