O presidente da Cáritas Portuguesa contestou a excessiva burocracia do Programa de ajuda alimentar a Carenciados, que conta com demasiados constrangimentos da Segurança Social
O presidente da Cáritas Portuguesa contestou a excessiva burocracia do Programa de ajuda alimentar a Carenciados, que conta com demasiados constrangimentos da Segurança Socialalgumas Cáritas diocesanas são parceiras na execução desse programa que distribui apoios junto dos mais pobres. Mas é cada vez mais pesado o mecanismo que envolve, adiantou Eugénio Fonseca.
O presidente da Cáritas defende que é necessário fazer com que o programa seja mais eficaz e mais abrangente. Há muitos carenciados que ficam fora do programa, disse, no final da reunião do Conselho Permanente que decorreu ontem, 2 de Fevereiro, em Fátima.
as Cáritas diocesanas vão efectuar um levantamento das dificuldades que existem no terreno para depois apresentar um caderno de reivindicações à Segurança Social. Será também efectuado um levantamento dos grupos paroquiais que trabalham na área sócio-caritativa com o objectivo de optimizar recursos, salientou Eugénio Fonseca.

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