Crise humanitária “sem precedentes” no país deve levar políticos a pararem já com “a matança”
Crise humanitária “sem precedentes” no país deve levar políticos a pararem já com “a matança”O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, já apelou aos quenianos para pararem a violência que tem dilacerado o país nas últimas semanas, na sequência das eleições presidenciais, e já fez mais de 800 mortos e obrigou à deslocação de mais de um quarto de milhão de pessoas.
a matança deve parar. a violência tem de acabar em prol do povo queniano, a bem do Quénia, afirmou numa conferência de imprensa na capital, Nairobi. apontando para uma crise humanitária sem precedentes no país, Ki-moon apelou a todos os líderes políticos a olharem para além de si ou de interesses partidários e a resolverem pacificamente os seus diferendos.
Ki-moon deslocou-se ao Quénia para apoiar os membros do painel de pessoas eminentes africanas, liderado pelo ex-secretário-geral da ONU Kofi annan, que está a tentar resolver a crise.

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