Nas zonas do país mais fustigadas pelos combates, as mais recentes fugas de pessoas são muito maiores do que os regressos às suas casas
Nas zonas do país mais fustigadas pelos combates, as mais recentes fugas de pessoas são muito maiores do que os regressos às suas casasMais de meio milhão de pessoas foram deslocadas no último ano na República Democrática do Congo (RDC), sobretudo forçadas pelos combates entre as tropas governamentais e os grupos rebeldes no Nordeste do país, divulgou esta terça-feira o Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de assuntos Humanitários (OCHa, na sigla inglesa).
Este é o maior movimento de pessoas no país desde o fim da guerra civil em 2003, acrescentou o OCHa.
a escalada de confrontos entre as forças armadas congolesas e grupos e milícias dissidentes, assim como generalizadas violações dos direitos humanos, cometidas por todos os grupos ao longo dos últimos 12 meses, em especial desde agosto, são responsáveis pelo aumento maciço de pessoas deslocadas internamente nas províncias do Kivu do Norte e do Kivu do Sul.
Cerca de 1,5 milhões destas pessoas deslocadas no país regressaram às suas casas na região leste da RDC no ano passado com a ajuda de voluntários. No entanto, em muitas das áreas mais afectadas pela recente escalada de combates, em especial as duas províncias do Kivu, as mais recentes fugas de pessoas são muito maiores do que esses regressos.

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