Portugal pode mesmo estar a servir de “placa giratória” para o comércio internacional de armas. Quem o diz é o padre Valentim GonçAlves
Portugal pode mesmo estar a servir de “placa giratória” para o comércio internacional de armas. Quem o diz é o padre Valentim GonçAlvesComentando o tráfico de armas, um dos pontos focados na mensagem do Papa para o Dia mundial da Paz, o missionário do Verbo Divino assinalou que as armas inundam os países em vias de desenvolvimento. No entanto, estas não são produzidas lá, mas vêm de nações que gozam de um elevado nível de vida, como os Estados Unidos, a França, a alemanha, a Rússia, o Reino Unido ou a China, disse à Renascença o padre também ligado à rede África-Europa, Fé e Justiça e à Plataforma pelo Darfur.
Recordo-me do exemplo de um colega missionário que contou que quando se viu envolvido no meio de um conflito regional – não foi num país de expressão portuguesa – teve de ser identificado e ao responder que era português, logo um rebelde lhe mostrou a arma que tinha sido fabricada em Portugal, afirma Valentim GonçAlves.

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