O afastamento de Deus, o seu esquecimento e negação, constituem “o maior drama da humanidade”, afirmou o cardeal patriarca de Lisboa durante a homilia de Natal
O afastamento de Deus, o seu esquecimento e negação, constituem “o maior drama da humanidade”, afirmou o cardeal patriarca de Lisboa durante a homilia de Natal Todas as expressões de ateísmo, todas as formas existenciais de negação ou esquecimento de Deus, continuam a ser o maior drama da humanidade, que tiram todo o sentido ao Natal, que é a exultação e o grito de alegria e de esperança que brotou do reencontro do homem com Deus , destacou José Policarpo, citado pela Lusa.
O patriarca de Lisboa assinalou que filosofias e ideologias, revoluções e transformações sociais, progresso científico e tecnológico , que acreditaram e prometeram que era possível chegar a uma sociedade onde todos os homens fossem felizes e encontrassem a plenitude da vida , esqueceram que o progresso material não é a única componente da felicidade humana. Não é a ciência que redime a pessoa humana , lembrou.
Celebrar o Natal exige o reencontro profundo com a primazia de Deus na nossa vida, pede-nos que revejamos as noções de felicidade e de progresso, de sociedade perfeita e de liberdade , disse aos fiés na Sé de Lisboa. a nossa vida descobre-se em Deus. E isso foi-nos tornado possível por aquele Menino que nasceu para nós, o Verbo eterno de Deus feito homem , concluiu.

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