Uma activista dos Direitos humanos no Zimbabué pediu, em Lisboa, mais “pressão” dos líderes presentes na II cimeira União Europeia/África sobre Robert Mugabe
Uma activista dos Direitos humanos no Zimbabué pediu, em Lisboa, mais “pressão” dos líderes presentes na II cimeira União Europeia/África sobre Robert Mugabe Decididamente, não falar sobre isso não vai resolver nada. Nós queremos a reposição do Estado de direito e ao mesmo tempo uma intervenção na crise humanitária , afirmou Primrose Matabanadzo. a dirigente da associação Médicos pelos Direitos Humanos do Zimbabué afirmou que a violação dos direitos humanos e a crise humanitária no Zimbabué matam milhares de pessoas todas as semanas .
Durante a conferência Direitos humanos e Desenvolvimento – Uma estratégia para África , organizada pela amnistia Internacional e que decorre no Centro Jean Monet, em Lisboa, a activista assinalou que faltam bens essenciais como pão e água corrente. Há ainda uma urgente necessidade de medicamentos, sangue para as transfusões e médicos capazes, pois, actualmente as pessoas vão para os hospital para morrer , alertou.
Para os cidadãos do Zimbuabé, adianta Primrose Matabanadzo, a preocupação não é se Gordon Brown vem ou não à cimeira UE/África mas a sua própria situação. Isto num país onde as pessoas perderam a confiança no acto de votar porque isso as pode levar presas . Muitas pessoas com qualificações estão a sair para países com melhores condições e oportunidades , adiantou.

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