a Constituição consagra o direito de praticar a religião ou a crença, mas uma nova lei vem pô-la em causa
a Constituição consagra o direito de praticar a religião ou a crença, mas uma nova lei vem pô-la em causa a liberdade religiosa em angola preocupa as Nações Unidas, apesar da liberdade de culto estar consagrada na Constituição angolana. Um relator independente dos direitos humanos expressou esta preocupação na quinta-feira.
asma Jahangir, a relatora especial sobre a liberdade religiosa ou de crença, no fim de uma visita de uma semana, observou que o direito de praticar a religião ou a crença no país só surgiu ao fim de 27 anos de guerra civil, em 2002. Muitas pessoas podem praticar a sua religião livremente devido a um acto de tolerância dentro sociedade angolana.
Mas Jahangir observa que uma nova lei sobre a liberdade de religião, de consciência e de culto discrimina as minorias religiosas, por conter requisitos de registo muito rigorosos, incluindo a adesão de 100 mil pessoas que estejam domiciliadas em angola.
Para a relatora das Nações Unidas, vários grupos cristãos e da comunidade muçulmana ainda têm de ser reconhecidos, apesar de já terem apresentado as suas candidaturas ao registo. Outras minorias religiosas não têm qualquer hipótese de reconhecimento, rematou.

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