a relatora das Nações Unidas para a Liberdade de Religião e Crença defendeu a reforma da legislação em vigor sobre esta matéria em angola
a relatora das Nações Unidas para a Liberdade de Religião e Crença defendeu a reforma da legislação em vigor sobre esta matéria em angola a lei sobre liberdade religiosa, de consciência e de culto discrimina as minorias religiosas. Não está em conformidade com as normas internacionais à qual angola aderiu , afirmou asma Jahangir, citada pela Lusa. a terminar uma visita a angola, a relatora detectou várias irregularidades, nomeadamente, um certo número de grupos cristãos, assim como a comunidade muçulmana em angola, não foram reconhecidos até hoje, apesar de terem apresentado vários pedidos de registo, enquanto outras minorias religiosas não têm qualquer hipótese de reconhecimento .
asma Jahangir apontou que em Cabinda continuam as violações dos direitos humanos por parte das forças de segurança e o conflito intra-religioso no seio da Igreja católica estão interligados e representam desafios à prática da liberdade religiosa ou de crença .como exemplos de atropelos à liberdade de religião citou a prisão no enclave de Cabinda de quatro homens, a 12 de Julho de 2007, que estavam alegadamente a protestar de uma forma pacífica contra a nomeação do novo bispo, durante a celebração de uma missa.
a questão da feitiçaria foi também apontada como um problema que está também espalhado pelos países vizinhos como questão histórica e valorizada, e parte de muitas crenças tradicionais. O número de crianças abusadas por parte dos pastores devido a pseudo-tratamentos e práticas de feitiçaria tem aumentado, nos últimos tempos, é outro dado desta visita.

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