Há uma “penúria de sentido e de esperança”, e ” retornar à esperança, dar nova motivação ao sentido da vida e da história, possa ser uma forma concreta da caridade” para os tempos de hoje
Há uma “penúria de sentido e de esperança”, e ” retornar à esperança, dar nova motivação ao sentido da vida e da história, possa ser uma forma concreta da caridade” para os tempos de hojeQuem o diz é o teólogo Bruno Forte, numa entrevista à Rádio Vaticano. Sobre a segunda encíclica escrita neste pontificado e, dois anos depois de Deus caritas est, a nova encíclica Salvos graças à esperança possui um tema de grandíssima actualidade.
Por um lado o amor, a caridade é a boa nova contra as solidões e também as dilacerações no plano da justiça e da convivência de cada povo. Por outro lado, a esperança é aquela que oferece o horizonte de sentido que parece estar grandemente ausente, salientou.
Para os cristãos, a esperança é alguém, alguém que veio, mas é também, inseparavelmente, alguém que virá: é Jesus Cristo. Bruno Forte considera que esta é a novidade cristã, e nesse sentido o cristianismo é portador de sentido e de esperança. O anúncio de Cristo, a esperança que não decepciona é a missão de um cristão, refere ainda o teólogo.

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