Bento XVI acusou agências internacionais de promoverem o aborto em África
Bento XVI acusou agências internacionais de promoverem o aborto em Áfricaaos bispos do Quénia que se encontram em visita ad limina, o Papa manifestou a sua preocupação perante a cultura globalizada secular que exerce uma influência crescente sobre comunidades locais , como consequência de campanhas realizadas por agências que promovem o aborto .
Num discurso sobre os problemas que afectam o continente africano, o Pontífice não identificou particularmente nenhuma das agências em causa mas, nos últimos tempos, o Vaticano criticou a amnistia Internacional por defender o direito da mulher a abortar em caso de violação .
Na altura, a organização refutou as críticas e explicou que apenas defende o direito da mulher a decidir sem medo, ameaças ou coerção sobre as eventuais consequências da violação , inspirando-se em casos de violação, na zona do Darfur.
Bento XVI assinalou que a comunidade deveria receber quem se arrependa de ter participado no pecado grave do aborto . O Santo padre considerou ainda que os males que atingem algumas partes da sociedade africana, como a promiscuidade, a poligamia e a extensão de doenças de transmissão sexual estão relacionadas com noções confusas da vida e do matrimónio.

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