O Espírito prático com que um um oriental se dirige, em determinado momento a um templo cristão, budista ou hinduista “não é fácil de entender por um ocidental”, afirmou José Patrão, no painel da tarde
O Espírito prático com que um um oriental se dirige, em determinado momento a um templo cristão, budista ou hinduista “não é fácil de entender por um ocidental”, afirmou José Patrão, no painel da tardeOs orientais, por seu turno entendem a fidelidade a uma religião, como algo de faccioso, já que as pessoas, dessa forma não entendem o sentido ecuménico, referiu durante os trabalhos do colóquio Cristianismo no Japão que decorre até amanhã, no seminário do Verbo Divino, em Fátima.
Para José Patrão, temos dificuldade de transmitir a nossa mensagem que é tão simples e forte. E desta forma as religiões orientais são mais atractivas. Estamos a esquecer que os nossos jovens querem outras coisas. Os orientais dão e, eles bebem as suas filosofias, referiu.como mudar a forma de fazer o anúncio? não está a ser transmitido de forma simples e ecuménica.
Na prática, com um mundo globalizado e materialista, aí está o campo para transmitir a mensagem. Porque o mundo quer ver acção no terreno. Ou seja, se os vicentinos e outros, agirem no terreno, resolve-se o problema do materialismo porque as pessoas vêem o cristianismo em acção funcionar (dar comida a quem tem fome), assinalou José Patrão.
O orador sublinhou ainda a simplicidade arrazadora da mensagem do Cristianismo em contraponto com o Budismo.

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