O furacão abateu-se sobre o Golfo de Bengala, onde semeou morte e devastação. Contam-se já mais de 1300 mortos. Das costas do Bangladesh dirige-se para o norte do país.
O furacão abateu-se sobre o Golfo de Bengala, onde semeou morte e devastação. Contam-se já mais de 1300 mortos. Das costas do Bangladesh dirige-se para o norte do país. Centenas de milhar de pessoas estão em fuga. a Cáritas do Bangladesh já se pôs em campo, a nível central, regional e local para prestar assistência às pessoas atingidas e para evitar danos ulteriores. akhila D’Rozario, responsável da Cáritas do Bangladesh para as emergências, está a coordenar as operações no terreno.
a preocupação centra-se em fornecer uma informação constante de modo a evitar maiores danos com o avançar do ciclone. Um sistema de alerta rápido permite comunicar velozmente. Graças a este sistema já se salvaram muitas pessoas da morte certa.
Foram colocadas à disposição estruturas anti-ciclone, muito robustas, que estão a acolher as pessoas que fogem para se abrigarem e se defenderem. São estruturas normalmente utilizadas como escolas, construídas pela Cáritas.
Depois dos aluviões do Verão passado, a Cáritas distribuiu ajudas de emergência a 40 mil famílias. ao mesmo tempo foram activados 35 dispensários médicos em todo o país. a Cáritas do Bangladesh conta com o apoio das congéneres de outros países tanto nesta fase de socorro, como na reconstrução.

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