Só quem não conhece o pensamento do cardeal Ratzinger enquanto responsável pela Congregação para a Doutrina da Fé, pode ficar surpreendido com as palavras de Bento XVI aos bispos portugueses
Só quem não conhece o pensamento do cardeal Ratzinger enquanto responsável pela Congregação para a Doutrina da Fé, pode ficar surpreendido com as palavras de Bento XVI aos bispos portuguesesQuem o diz é o professor da Universidade Católica, Noronha Galvão, adianta a Lusa. No essencial, tudo o que o Papa disse não é nada de novo em relação aos temas doutrinais que sempre defendeu, assinala o sacerdote.
as palavras de Bento XVI foram entendidas como um puxão de orelhas . No entanto, o professor de Teologia desvaloriza e refere que as recomendações destacam a necessidade de uma maior comunhão eclesial, um dos principais frutos do Concílio Vaticano II.
Não deixo de notar em algumas passagens uma ou outra novidade no estilo, talvez porque o texto tenha sido preparado pela Cúria, com base nos relatórios dos bispos portugueses. Mas o pensamento é o dele e está na linha do que sempre defendeu , reafirmou.
Noronha Galvão sublinhou ainda que é estilo próprio de Raztinger não perder uma ocasião para dar recados , como aconteceu agora. Um recado que, no entender do teólogo não se destina apenas à Igreja portuguesa, mas a todas as Igrejas locais.

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