Manifestar a oposição a esta prática que afecta mais de três milhões de meninas todos os anos é o objectivo do texto que circula na internet
Manifestar a oposição a esta prática que afecta mais de três milhões de meninas todos os anos é o objectivo do texto que circula na internetUm petição contra a mutilação genital feminina dirigida aos responsáveis europeus circula neste momento na internet, por iniciativa de uma organização não-governamental, a Respect-EV, que desafia outras associações e os cidadãos a juntarem-se ao protesto.
Como qualquer cidadão ou organizações, queremos manifestar a nossa oposição à mutilação genital feminina. Mais de três milhões de meninas sofrem todos os anos esta ignomínia, e mais de 150 milhões de mulheres vivem com os efeitos a sua vida inteira. as consequências físicas e psicológicas da violência são uma grave violação da sua integridade e dignidade, lê-se na abertura do documento.
as propostas da Respect-EV – dirigidas ao comissário europeu responsável pelo Desenvolvimento e ajuda Humanitária, Louis Michel, e aos ministros da Cooperação e Desenvolvimento dos países da União Europeia – querem lutar contra esta calamidade, nomeadamente tornando a Europa um lugar onde não há tolerância zero para a mutilação genital feminina.
Para isto, os signatários querem, entre outros aspectos, que sejam aprovadas leis que proíbam a prática, evitar a distribuição de ajuda a países africanos que não procurem erradicar esta violência, colocar o tema na ordem do dia das conferências intergovernamentais com países africanos e ter em conta a ameaça de mutilações como uma razão para ser atribuído o estatuto de refugiado.
a petição pode ser lida e, para quem estiver interessado, assinada na internet

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