a pena de morte já foi abolida em 90 países. Outros 43 não recorrem a ela há mais de 10 anos. é “o momento decisivo para aprovar uma resolução das Nações Unidas a favor de uma moratória”
a pena de morte já foi abolida em 90 países. Outros 43 não recorrem a ela há mais de 10 anos. é “o momento decisivo para aprovar uma resolução das Nações Unidas a favor de uma moratória” a declaração é do porta-voz da conhecida Comunidade de Santo Egídio, Mário Marazziti. a Comunidade e a amnistia Internacional apresentaram o apelo para parar a pena de morte no mundo. a 2 de Novembro entregaram ao presidente da assembleia-geral das Nações Unidas, Sergian Kerim, mais de cinco milhões de assinaturas recolhidas nos últimos nove anos.
Dentro de dias, a 3. a Comissão da assembleia Geral discutirá e votará uma moratória mundial das execuções capitais, pedida por 37 países. É uma iniciativa que parte não só de Europa, mas vem de uma frente mundial interreligiosa e intercultural. É um sinal evidente de que há um mundo que se está a mover e está maduro para viver sem a pena de morte.
O porta-voz da Comunidade de Santo Egídio sublinha que, mesmo nos países que recorrem à pena capital, há um grande movimento a favor da abolição. Nos Estados Unidos, em 37 estados que a prevêem, apenas 13 a aplicam, e metade das execuções ocorrem no Texas. Na prática, está em acto uma moratória de facto contra a pena capital, que foi suspensa após um recurso à Corte Suprema e não será aplicada até ao seu pronunciamento.
a moratória significa promover uma cultura da vida. Neste trilho há muitos companheiros de caminho, disse Mário Marazziti, referindo-se à amnistia Internacional. as duas organizações, no entanto, não estão de acordo sobre o aborto. a cultura da vida implica a sua protecção desde a concepção até à morte natural, disse o porta-voz da Comunidade de Santo Egídio.

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