Regressado a Moçambique após umas férias repousantes em Portugal, fui enviado para a província do Niassa, Moçambique. Uma cultura nova para mim, uma língua desconhecida e um novo povo
Regressado a Moçambique após umas férias repousantes em Portugal, fui enviado para a província do Niassa, Moçambique. Uma cultura nova para mim, uma língua desconhecida e um novo povoacompanhei pela internet o IV Congresso da Família Missionária da Consolata. Parabéns por esse trabalhão, pela dinâmica e organização. Foram muitos os participantes na apresentação, na audiência e, como nós aqui, no seguimento. Nem posso imaginar o que está por detrás!
Encontro-me de novo no Niassa. Desta vez na região de Cuamba. Terminada a comissão de serviço no Noviciado da Consolata, em Maputo, aqui estou para tentar nascer de novo . Cheguei na vigília do Dia Mundial das Missões. É uma data interessante para ser apresentado à comunidade durante as celebrações.
Estive a celebrar na igreja de Mitucue. ao acompanhar um colega que foi administrar a santa unção a uma mulher idosa, senti mesmo que é preciso renascer . Preciso de ir à escola para aprender a ler a língua nativa – makhuwa. Vou aprender com um animador e outras pessoas que me queiram ajudar.
Já tinha trabalhado na parte norte do Niassa, na região de Lichinga, durante cerca de 14 anos. O ambiente linguístico era outro. Na celebração do sacramento da santa unção entendi com maior força, que é preciso renascer . Vou ver como e até que ponto o poderei conseguir .

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