Mais de 170 mil imigrantes vão continuar a trabalhar ilegalmente, com a entrada em vigor da nova lei, criticam as associações de imigrantes
Mais de 170 mil imigrantes vão continuar a trabalhar ilegalmente, com a entrada em vigor da nova lei, criticam as associações de imigrantesO Diário de Notícias (DN) desta segunda-feira, 29 de Outubro ouviu as críticas das associações de imigrantes. a lei [artigo 88. º, alínea 2] vai deixar milhares de pessoas de fora, que trabalham e contribuem para o desenvolvimento do País. O que é que vão fazer?, pergunta Manuel Correia, presidente da Federação das Organizações Cabo-Verdianas em Portugal.
a comunidade brasileira também demonstra o seu descontentamento. Heliana Bibas, da Casa do Brasil e membro do Conselho Consultivo para os assuntos da Imigração, diz que, pelo menos, 40 mil brasileiros aguardam o decreto para iniciar o processo de legalização. Esta lei só incentiva a imigração ilegal, adianta ao DN.
Galina Leonov, presidente da Casa da Língua e Cultura Russa aponta para a existência de 50 mil destes cidadãos irregulares, a maioria ucranianos , mas também russos e moldavos, á espera da regulamentação. O regime excepcional vai aumentar a subjectividade que já existe no SEF. Uma coisa é a lei e outra é a prática e isso depende de um funcionário, refere ao jornal diário.
Ping Chow, dirigente da Liga dos Chineses de Portugal considera que existem mais 12 mil ilegais. Este responsável espera que os chineses se possam legalizar ao abrigo do incentivo ao empreendorismo (artigo 60. º), caso contrário, acredita que se manterão ilegais.

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