Mais de 16 mil refugiados regressaram ao seu país este ano. ONU apela a que partes em conflito devem permitir que a ajuda humanitária chegue aos civis
Mais de 16 mil refugiados regressaram ao seu país este ano. ONU apela a que partes em conflito devem permitir que a ajuda humanitária chegue aos civisaté agora, desde o início do ano, mais de 16 mil refugiados regressaram ao seu país, à região equatoriana da República Democrática do Congo (RDC), no noroeste do país, graças ao aumento de viagens de barco que assegura a travessia do rio fronteiriço de Oubangui, anunciou hoje a agência para os refugiados.
Este valor representa quase tantos como os que regressaram nos três anos anteriores, de acordo com o alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (aCNUR), que se prepara para reduzir gradualmente a assistência ao repatriamento voluntário em meados do próximo ano.
Entretanto, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon apelou hoje às partes em conflito na RDC, nas regiões mais agitadas da província do Kivu Norte, para permitirem que a ajuda humanitária chegue aos civis, forçados a fugir de suas casas, no meio de informações que dão conta de atrocidades associada aos combates, como violações e mortes.
O secretário-geral está profundamente preocupado com o aumento [das deslocações forçadas], do sofrimento humano, e da violência sexual, afirmou um representante de Ban Ki-moon.

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