O Cardeal Rafael Martino afirmou, em Nápoles, no encontro interreligioso promovido pela comunidade de Santo Egídio: “Como cristão, respondo de maneira afirmativa: deve existir um futuro comum”
O Cardeal Rafael Martino afirmou, em Nápoles, no encontro interreligioso promovido pela comunidade de Santo Egídio: “Como cristão, respondo de maneira afirmativa: deve existir um futuro comum”O presidente do Conselho Pontifício para a Justiça e Paz lançou a pergunta retórica: Há um futuro comum entre Europa e África?. Falando sobre as relações entre os dois continentes no âmbito do Encontro Interreligioso a decorrer em Nápoles, explicou: Três são as questões de fundo que pesam sobre o continente africano: os conflitos armados, as doenças endémicas e a pobreza.
São três chagas que se alimentam mutuamente num círculo vicioso. Mas o peso mais grave vai para a resignação que pesa sobre África. O cardeal lançou o apelo: a comunidade internacional é chamada ao perdão da dívida.
E chamou a atenção da própria Igreja católica, que não pode resignar-se: Deve sentir mais e fazer mais. O cardeal Martino visou: Dar um futuro de desenvolvimento à África significa dar o mesmo futuro a todo o mundo.

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