“Não me desgostaria”, respondeu o cardeal Saraiva Martins quando questionado sobre a possibilidade do prazo de cinco anos para a abertura do processo de beatificação da irmã Lúcia, fosse ultrapassado
“Não me desgostaria”, respondeu o cardeal Saraiva Martins quando questionado sobre a possibilidade do prazo de cinco anos para a abertura do processo de beatificação da irmã Lúcia, fosse ultrapassadoaos jornalistas, o prefeito para a Congregação da causa dos santos afirmou que a irmã Lúcia era muito santa. Saraiva Martins considerou-a uma pessoa muito simples, muito inteligente e muito humilde, impressão obtida nas diferentes conversas que manteve com a vidente.
a imagem de simplicidade e de grande comunicadora, dotada de palavra fácil foi também frisada pelo cardeal Tarcísio Bertone que deixou transparecer um apoio à dispensa de cinco anos para iniciar o processo de beatificação. No entanto, o secretário de Estado fez questão de salientar que esta é uma decisão de Bento XVI.
Na apresentação do livro a última vidente de Fátima – as minhas conversas com a irmã Lúcia foram referidos alguns episódios do contacto com a irmã Lúcia. Saraiva Martins lembrou que Lúcia lhe havia recomendado que dissesse ao Papa que deveria beatificar Francisco e Jacinta Marto em Fátima. Caso contrário, não lhe enviaria mais terços.
Um outro caso aconteceu na despedida com o cardeal Bertone. a vidente disse-lhe que nunca mais se veriam mas que ele viria ao funeral dela.
a obra do cardeal Bertone que relata as conversas que manteve com a vidente de Fátima contou com a colaboração de Giuseppe De Carli. Na apresentação do livro, o jornalista e escritor italiano mostrou a sua satisfação por ser o português a primeira língua em que as conversas são traduzidas.
Referiu-se à relação especial entre João Paulo II e a última vidente de Fátima defendendo que o livro ajudará a uma melhor compreensão do pontificado de Bento XVI.

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