a partir de hoje “este Santuário é um só “, afirmou o cardeal patriarca de Lisboa, José da Cruz Policarpo que preside à celebração eucarística da noite desta peregrinação internacional aniversária
a partir de hoje “este Santuário é um só “, afirmou o cardeal patriarca de Lisboa, José da Cruz Policarpo que preside à celebração eucarística da noite desta peregrinação internacional aniversáriaFaltava o completar do mistério da realização do desejo da Senhora, ou seja, um templo que assinalasse a presença de um Deus uno e trino. O que ficou concetizado, na perspectiva de José Policarpo, com a construção do templo dedicado à Santíssima Trindade.
a nova igreja completa o espaço onde já se encontra a Capelinha das aparições e a basílica de Nossa Senhora do Rosário. Era o templo que faltava, defendeu o patriarca de Lisboa.
O santuário mariano foi afinal construído por vontade de Nossa Senhora onde aparece como intensa presença de Deus no coração das criaturas, referiu o cardeal durante a homilia da eucaristia que congrega 200 mil fiéis.
Para o patriarca de Lisboa, a nova igreja é apenas um marco físico de algo muito maior da relação que Deus quer estabelecer com cada crente: Deus quer fazer de cada um de nós um templo.
José Policarpo referiu-se à basílica onde se encontram sepultados os dois beatos, Francisco e Jacinta Marto e lembrou que a Capelinha foi vandalizada, (isto é, dinamitada) no início. Isto para lembrar aos fiéis que a presença do céu na terra, o desafio de amor terá sempre alguém que o rejeite. E para reafirmar que ao mistério da piedade contrapõe-se sempre o drama do pecado.

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