Texto pede ao Conselho de Segurança e ao Governo chinês para que imponham a diplomacia à Junta Militar birmanesa
Texto pede ao Conselho de Segurança e ao Governo chinês para que imponham a diplomacia à Junta Militar birmanesaEram pedidas 200 mil assinaturas, mas são já mais de 352 mil, que pedem junto do Conselho de Segurança das Nações Unidas e do Governo chinês para que imponham a via pacífica e diplomática à Junta Militar, que governa ditatorialmente a Birmânia.
À proposta da avaaz.org – uma organização não-governamental, que se define como uma comunidade de cidadãos de todo o mundo [que enfrentam] as grandes questões prementes do mundo actual -, milhares de pessoas mobilizaram-se contra o Governo birmanês que continua a esmagar com mão-de-ferro as manifestações pacíficas em defesa da democracia neste país asiático.
Precisamos de uma medida decisiva para prevenir um massacre como o de 1988. a situação [na Birmânia, que a Junta Militar rebaptizou de Myanmar] gerou tamanha revolta internacional que já gerou mais de [352] mil assinaturas [à hora da redacção deste artigo e não param de aumentar a um ritmo elevado,] de 192 países tornando-se a maior petição global de emergência, explica a avaaz.org.
Para esta organização, o essencial é que as grandes potências da ONU, sobretudo a China que tem relações económicas com a ditadura militar [da Birmânia], apliquem uma pressão decisiva para parar a violência, e depois ajudem a mediar uma transição pacífica para a democracia. Caso contrário, os massacres acontecerão rapidamente, avisa a avaaz.org, relembrando os acontecimento de 1988, quando depois das eleições que deram a maioria à líder da oposição, aung San Suu Kyi, esta foi detida e os resultados eleitorais anulados e nunca reconhecidos.
Pode assinar a petição

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