Falta de alimentos ameaça regresso voluntário de deslocados congoleses dos campos da Tanzânia
Falta de alimentos ameaça regresso voluntário de deslocados congoleses dos campos da Tanzânia a falta de alimentos está a ameaçar o regresso voluntário de refugiados congoleses dos campos da Tanzânia ocidental, segundo o alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (aCNUR).
O aCNUR tem apoiado com sucesso este movimento de regresso à província sul do Kivu, na República Democrática do Congo, desde há dois anos, através do lago Tanganica, a partir de Kigoma, na Tanzânia, a Baraka, em território congolês.
Mas agora o programa mergulhou na incerteza depois do Programa alimentar Mundial ter anunciado que não tem recursos suficientes para alimentar os cerca de 16 mil congoleses que se espera que regressem à sua terra natal até ao fim deste ano.
Se não recebermos mais alimentos, seremos forçados a suspender o repatriamento da Tanzânia, afirmou Magatte Guisse, que dirige o escritório do aCNUR em Baraka, a pequena cidade congolesa na margem ocidental do lago Tanganica. Este será um grande sopro [final] para o que foi uma operação tão bem sucedida.

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