a polícia recorre a gás lacrimogéneo e a jactos de água para dispersar a multidão. Os apelos à moderação, vindos de vários horizontes, não foram escutados pela Junta Militar
a polícia recorre a gás lacrimogéneo e a jactos de água para dispersar a multidão. Os apelos à moderação, vindos de vários horizontes, não foram escutados pela Junta Militaras forças policiais carregaram violentamente sobre os manifestantes e dispararam contra a multidão na capital de Mianmar, Rangoon. Vários projécteis passaram sobre as cabeças dos monges e dos jovens em manifestação pacífica.
Um monge foi morto, referiu o secretário-geral do Conselho da União Birmane. a notícia foi confirmada pela imprensa e testemunhas locais. Depois da primeira noite de recolher obrigatório, polícia e militares tomaram posição à volta de seis grandes mosteiros que nos últimos dias foram o motor da revolta.
O célebre templo budista de Shwedagon, ponto central das manifestações contra a Junta Militar, que governa o país há 45 anos de forma ditatorial, foi cercado. Uma dezena de monges budistas foi espancada e umas 80 pessoas foram presas.

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