Os portugueses emitiram, em 2006, 475 toneladas de clorofluorcarbonetos, gases que destroem a camada de ozono
Os portugueses emitiram, em 2006, 475 toneladas de clorofluorcarbonetos, gases que destroem a camada de ozonoNo Dia internacional para a protecção da camada de ozono, a Quercus adianta estes números para sensibilizar a população para não colocarem resíduos no meio ambiente. Os números registados no ano passado resultam do abandono de frigoríficos, arcas congeladoras e aparelhos de ar condicionado na rua.
O presidente da associação ambientalista, Hélder Spínola, afirmou que o procedimento correcto para as pessoas que têm frigoríficos, arcas congeladoras ou aparelhos de ar condicionado em fim de vida é entregá-los nas lojas ou no sistema de recolha das câmaras municipais: as lojas são obrigadas a receber os aparelhos em fim de vida quando vendem um novo e as câmaras municipais têm um dia específico para a recolha de resíduos volumosos. Em ambos os casos, os equipamentos são enviados depois para as entidades gestoras de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos.
Os números do Instituto Meteorológico Dinamarquês, em Copenhaga, indicam que os níveis de ozono se estabilizaram ou cresceram levemente nos últimos dez anos, mas a recuperação total ainda levará décadas. a pesquisa indica que as alterações de temperatura, gases do efeito estufa, o óxido nitroso (N20) e as dinâmicas atmosféricas, que podem influenciar o nível de ozono, mudarão no futuro.

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