O número de pessoas em risco devido à falta de alimentos na África austral passou de três para seis milhões nos últimos 12 meses
O número de pessoas em risco devido à falta de alimentos na África austral passou de três para seis milhões nos últimos 12 mesesUma associação de peritos encarregada de monitorizar em permanência a situação alimentar do planeta – a FEWZ NET, Rede para a sinalização preventiva da carestia – revela que as secas prolongadas provocaram uma diminuição da produção agrícola. Os países mais penalizados foram o Lesoto, Suazilândia, Zimbabué e Moçambique meridional.
a situação permanece controlada na Tanzânia, Malawi, Zâmbia, angola e norte de Moçambique. Este ano registaram um aumento de produção agrícola, que manteve os preços estabilizados. O custo dos cereais nestes países é o mais baixo dos últimos cinco anos.
Todavia as perturbações climáticas, que nos últimos meses atingiram algumas áreas da Zâmbia, angola e Tanzânia, podem vir a comprometer a capacidade de produção e subsistência alimentar de algumas zonas específicas desses países. Se as previsões se confirmarem, este ano será necessário importar do estrangeiro grandes quantidades de cereais para vários países da África austral.

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