Maria José Nogueira Pinto defendeu a necessidade da criação de uma “carta de princípios” que balize a sua relação com o Estado
Maria José Nogueira Pinto defendeu a necessidade da criação de uma “carta de princípios” que balize a sua relação com o Estado a ex-Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa considera inevitável a existência de conflitos caso o relacionamento entre as duas partes não evolua da contratualização estatal de serviços para uma verdadeira parceria público-privada. Ou seja, quando as instituições cristãs quiserem fazer valer essa sua identidade em hipotéticos casos como a eutanásia, a adopção de crianças por casais homossexuais ou na criação de salas de injecção assistida.
É o modo de actuar que marca a diferença entre as instituições sociais da Igreja e as do Estado, neste sector. Não vamos perguntar a quem precisa o que é que pensa de Deus, ao mesmo tempo que o cuidar (de alguém) não tem guichet, não tem horário, mas tem preocupação permanente, assinalou.
ao longo dos três dias de trabalhos, os 270 participantes vão debruçar-se sobre temas como Os cristãos na intervenção social, Intervenção Cristã: que originalidade? e a qualidade na intervenção cristã que serão abordados por mais de 50 oradores.

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