Os suspeitos da morte da missionária portuguesa, Idalina Neto Gomes, de 30 anos, e do padre brasileiro, Waldir dos Santos, de 69 anos negaram qualquer envolvimento na tragédia
Os suspeitos da morte da missionária portuguesa, Idalina Neto Gomes, de 30 anos, e do padre brasileiro, Waldir dos Santos, de 69 anos negaram qualquer envolvimento na tragédiaEm tribunal, onde está a ser julgado o Crime da Fonte Boa, os seis arguidos ouvidos nas audiências negarem as acusações do Ministério Público (MP). Dois cidadãos do Malaui, também suspeitos de envolvimento no duplo homicídio, são julgados à revelia por se encontrarem a monte.
Os indivíduos, com idades entre 29 e 46 anos, terão cometido, em co- -autoria, os crimes de homicídio qualificado, tentativa de homicídio, ofensas corporais, furto qualificado e simples e de associação criminosa, segundo a acusação, citada pelo jornal moçambicano Notícias’. O MP considera como circunstâncias agravantes o facto de o grupo ter agido de forma premeditada, por mais de duas pessoas, com recurso a arrombamento, em lugar sagrado e a coberto da escuridão da noite, e realça ainda que estavam em superioridade em relação às vítimas, considerando a idade, sexo e posse de arma.
Durante um assalto a uma missão católica, na província de Tsangano, a 250 quilómetros de Tete, Moçambique, em Novembro de 2006 foram mortos uma jovem, leiga e um sacerdote brasileiro.

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