Um responsável político chinês do Tibete acusou o líder espiritual tibetano de ligações a uma conspiração para derrubar o partido comunista do poder
Um responsável político chinês do Tibete acusou o líder espiritual tibetano de ligações a uma conspiração para derrubar o partido comunista do poder a imprensa estatal chinesa adianta que Zhang Qingli considera ter conseguido uma vitória de transição no combate à campanha de Dalai Lama que pretende levar a cabo actividades separatistas. Mais, o sonho de Dalai Lama será para sempre condenado ao fracasso, disse o presidente do Comité Central do Partido Comunista do Tibete.
Zhang acusou Dalai Lama de conspirar com forças hostis de dentro e fora da China, que pretendem derrubar o sistema socialista chinês. O objectivo primordial das forças hostis no estrangeiro é provocar o caos no Tibete, derrubar a liderança do Partido Comunista e do sistema socialista e mudar o figurino do Tibete e o mapa da China, disse.
O responsável político chinês na região autónoma tibetana acusou o governo do Tibete no amílcar de tentar unir os movimentos para a independência de Taiwan, ilha com governo próprio desde 1949 mas que Pequim considera como uma província separatista, e os grupos que exigem a criação do Turquestão Oriental, na actual região autónoma chinesa de Xinjiang, de maioria islâmica, no noroeste do país.
Dalai Lama estabeleceu o seu governo no amílcar na cidade indiana de Dharamsala depois de fugir do Tibete, vencendo o Prémio Nobel da Paz em 1989 pela sua campanha contra a violência. O líder espiritual para muitos chineses fugiu da China depois de uma revolta falhada em 1959.