Jovens de vários pontos do país com ligações aos Missionários da Consolata fizeram uma encenação no Calvário Húngaro depois dos milhares de participantes da 36ª Peregrinação da Família Missionária da Consolata a Fátima terem percorrido cada uma das estações da via-sacra nos Valinhos.

Os jovens apresentaram aos peregrinos faixas e painéis para falar aos fiéis sobre vida e obra de São José Allamano, fundador dos Missionários e Missionárias da Consolata, falecido há 100 anos. Entre outros aspetos, os mais novos disseram que Allamano foi “sempre um aluno exemplar” e que antes de ingressar no seminário diocesano, disse aos seus quatro irmãos: “Deus chama-me hoje, não sei se me chamará amanhã!”

África foi o primeiro território de missão destes missionários e missionárias, e outros se seguiram, incluindo Portugal que “viu chegar o padre De Marchi” em 1943. “Com o passar dos anos, a família Consolata espalha-se por quatro continentes, uma família cada vez mais internacional, formada por sacerdotes, irmãos e irmãs, leigos e tantos amigos e benfeitores” e, em 1988, “o sonho de Allamano chegar até à Ásia tornou-se realidade”, contaram os jovens.

Além dos painéis apresentados para abordar a obra de Allamano, os jovens exibiram diversas faixas para destacar algumas características dos ensinamentos e carisma do santo. O último painel exibido mostrou a face de Allamano e recordou uma das suas frases: “Deus podia ter escolhido uma pessoa mais santa ou inteligente do que eu para fundar o Instituto da Consolata; mas alguém que vos amasse mais do que eu, isso não creio”.

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